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Allan Frutuozo é preso no Rio de Janeiro

Jornalista é investigado pelos crimes de ameaça e associação criminosa

jornalista frutuozo preso
Allan Frutuozo fez uma transmissão pelas redes sociais logo depois da prisão | Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Polícia Federal (PF) prendeu o jornalista Allan Frutuozo da Silva no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. A detenção ocorreu no momento em que ele tentava embarcar para a Argentina, no fim da tarde de quarta-feira 26.

Frutuozo era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça Federal do Distrito Federal pelos crimes de associação criminosa e coação. O jornalista foi acusado de tentar invadir a sede da Polícia Federal em Brasília, em 12 de dezembro do ano passado.

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No momento da prisão, o jornalista foi isolado pelos policiais quando tentava passar pela fila de emigração. Ele foi levado para uma sala do aeroporto. Pelas redes sociais, Frutuozo fez uma transmissão.

“Eu estou sendo levado para sala de detenção aqui do Galeão. Parece que realmente vão me recolher”, disse o jornalista. Ele ainda reclamou que, no momento da abordagem, não havia informação sobre o motivo da detenção.

Depois de preso, Frutuozo foi levado pelos policiais para a Penitenciária de Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro.

Decisão da Justiça contra o jornalista

De acordo com a decisão judicial, o jornalista é suspeito de associação criminosa e coação no curso do processo.

Em vídeos da tentativa de invasão da sede da PF, no ano passado, ele aparece estimulando o ataque, com gritos de “é guerra” e também fala em “guerra contra comunistas”, de acordo com relatório policial que embasou a decisão judicial.

“Há nos autos indícios de que Allan não apenas divulgou os atos delituosos, como também conhecia e colaborava com os propósitos do grupo, inclusive no que se refere ao emprego de meios violentos”, diz a decisão que decretou sua prisão.

O caso envolvendo Frutuoso

Os protestos ocorreram em 12 de dezembro de 2022, em resposta à prisão do líder indígena José Acácio Serere Xavante | Foto: Reprodução

Em dezembro do ano passado, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão temporária do líder indígena José Acácio Serere Xavante, em virtude de suposta participação de atos antidemocráticos.

Em protesto à prisão do indígena, manifestantes atearam fogo em pelo menos dois ônibus e dez veículos. A tropa de choque precisou intervir, e os policiais utilizaram bombas de efeito moral e bombas de gás lacrimogêneo. Houve tentativa de invasão do prédio da PF, localizado no início do Asa Norte, no centro de Brasília.

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3 comentários
  1. Paula Watson
    Paula Watson

    a matéria está mal concebida ao reportar fatos com análises equivocadas. que triste

  2. Jo’Ana de Queiroz Santana
    Jo’Ana de Queiroz Santana

    Vocês que cobram o povo nas ruas, por que jornalistas importantes como vocês não se unem e fazem uma ação da fato? Suas vozes são ouvidas lá fora, o povo tá calado aqui no Brasil. Impresa preciso a imprensa, vocês têm amigos na mídia festiva, cobrem postura dos seus pares. Vão a ONU, a OEA, coloquem a boca no trombone! Cada jornalista, blogueiro, influencer, todos que estão com sua liberdade cerceada, JUNTEM-SE! Só o Monark peita as ordens do Imperador?

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