Que grande novidade!
Pelo sétimo ano seguido, o Palmeiras está na final do Campeonato Paulista!
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Aliás, perguntar não ofende: o que seria o futebol de São Paulo nesta década se não fosse o Verdão, hein?
Mas é verdade que esta nova decisão alcançada pela equipe do Palestra Itália veio de forma, digamos, polêmica.
Afinal, foi claríssimo o pênalti pró-Tricolor não marcado pela ótima, mas ontem um tanto perdida, árbitra Daiane Muniz.
Gustavo Gómez praticamente jogou vôlei dentro da área.
E isso é pênalti aqui, na Europa, na Arábia e até na Lua!
São Paulo era o azarão
Minutos mais tarde, é justo dizer, a árbitra acabou compensando ao marcar uma penalidade inexistente de Marlon Freitas em Bobadilla.
E eis o detalhe que muda tudo: quando ocorreu o primeiro lance, o não marcado, o Palmeiras vencia por apenas 1 a 0.
No segundo, já estava 2 a 0.
Ou seja: se houve compensação, ela veio tarde demais, justamente no momento mais delicado da partida para o Tricolor.
Se o São Paulo empatasse logo no início do segundo tempo, o jogo certamente ganharia outra temperatura.
Ainda assim, fica a impressão de que o Palmeiras tinha combustível suficiente para vencer de qualquer maneira.
Mas a dúvida permanecerá eterna: o que teria sido do clássico se a arbitragem tivesse acertado desde o começo?
No fim das contas, o erro acabou oferecendo ao são-paulino uma explicação confortável para uma derrota que, dentro de campo, já parecia desenhada.
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