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A Seleção encontrou sua nova referência! E ela não calça chuteiras…

Ancelotti, com seu português ainda rudimentar, já ocupa o espaço de liderança que faltava

Ancelotti segue invicto no comando da Seleção – 5/9/2025 | Foto: Thiago Ribeiro/Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo
Ancelotti segue invicto no comando da Seleção – 5/9/2025 | Foto: Thiago Ribeiro/Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo

O torcedor brasileiro já se acostumou a ver a Seleção patinar diante de rivais frágeis, sem ideias e dependente de lampejos de Neymar.

Pois bem: no Maracanã, diante de um Chile em frangalhos (dono da pior campanha de sua história em Eliminatórias), o cenário mudou.

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O placar de 3 a 0 pode até soar modesto para o domínio exercido, mas foi suficiente para evidenciar algo que parecia impossível até pouco tempo: há vida sem Neymar.

Mais do que isso, há um Brasil competitivo, organizado e capaz de impor respeito.

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A equipe de Carlo Ancelotti mostrou volume de jogo, tramas ofensivas bem costuradas e alternativas reais para mudar o ritmo da partida.

Luiz Henrique e Lucas Paquetá entraram e deram fôlego a um ataque que, se não é galáctico, já não pode ser tachado de inofensivo.

O recado foi claro, e não apenas para o mundo do futebol, mas para o próprio Neymar: a Seleção não gira mais em torno dele.

Curiosamente, a nova “estrela” da Seleção não veste chuteiras.

Ela usa terno.

Ancelotti, com seu português ainda rudimentar, já ocupa o espaço de liderança que faltava.

Ele transformou um time apático em uma equipe que respira competitividade.

O Brasil voltou

Verdade que ainda temos outro teste, em El Alto, contra a Bolívia, no sempre hostil “Espaço Sideral” da altitude.

Mas, pela primeira vez em anos, o Brasil voltou a ser levado a sério.

Os rivais já não enxergam mais a camisa amarela como uma adversária café com leite.

Pelo contrário: há um “medinho” circulando.

E isso, convenhamos, é música para os ouvidos do torcedor.

Leia também: “O Brasil sem Pelé”, reportagem de Eugenio Goussinsky publicada na Edição 197 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. Rosângela Gomes
    Rosângela Gomes

    Faz tempo que o Neymar deixou de ser estrela de alguma coisa. Só tem fama.

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