Na segunda-feira 18, o mercado parecia esquecer o prejuízo bilionário anunciado pela Raízen na semana anterior. O motivo? Uma suposta intenção da Petrobras de investir no grupo liderado por Rubens Ometto, embora o empresário não esteja em seus melhores dias na relação com o governo Lula. Na terça-feira, porém, a estatal negou o interesse, e a cotação despencou quase 10%.
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Na manhã desta quarta-feira, 20, a cotação chegou a cerca de R$ 1. É o preço mais baixo desde que a empresa estreou no mercado aberto de ações, em 2021.
A situação difícil no caixa da companhia decorre de diversos fatores, mas um dos mais relevantes é o reflexo do investimento na Vale feito pela Cosan — empresa que controla a Raízen ao lado da Shell. O próprio Ometto reconhece que esse aporte não foi a melhor escolha.
“Infelizmente, fizemos o investimento na Vale”, disse o empresário durante uma conferência do Banco BTG Pactual. Quando desenhou a operação, ele contava com os juros básicos entre 8% e 8,5% no Brasil. O aporte ocorreu em outubro de 2022. De lá para cá, o menor valor da taxa foi de 10,5%, entre maio e setembro de 2024. Hoje, ela está em 15%.
Negócios sem política
Ometto já fez críticas abertas ao governo petista. Uma das mais contundentes aconteceu no fim de 2024, em uma audiência pública com Gabriel Galípolo, então futuro presidente do Banco Central por indicação de Lula. “Estamos assim porque a alta administração do nosso país acha que está certo”, disse o empresário, referindo-se ao descontrole das contas públicas.
“Acho que a gente está numa situação muito difícil”, afirmou Ometto. “Quando você é empresário e vê tudo que está acontecendo, vê claramente uma política de partido, de não reduzir gastos. Está muito fácil resolver, é só resolver o problema do déficit fiscal que tudo se assenta, mas eles não querem fazer.”
O prejuízo de Ometto
No trimestre de abril a junho de 2025, a Raízen registrou prejuízo de quase R$ 2 bilhões. É o pior resultado para o primeiro trimestre do ano em toda a história da companhia na B3. Na Cosan, onde o controle de Ometto é absoluto, o prejuízo no mesmo período fechou em pouco menos de R$ 1 bilhão.
De abril a junho, a Raízen faturou R$ 54 bilhões. A empresa se dedica principalmente à produção e à venda de biocombustíveis, como etanol. Contudo, suas operações também envolvem a distribuição de gasolina, combustível de aviação e diesel, por meio da Shell, tanto no Brasil quanto na Argentina, além da geração de eletricidade vendida no sistema brasileiro.
O esquerdopata Ometto, lambedor do saco desses incompetentes deveria gerar etanol do próprio trupe dele se alimenta. Haja amadorismo e incompetência ehim…..
Ometto está pagando seus pecados por ter dado apoio ao Lula! O castigo não vem da economia. O castigo vem do céu!
Nunca é bom empresas com dificuldades financeiras. O ideal seria que o país estivesse crescendo e investidores loucos para aplicar seus recursos por aqui. Empresa investindo em tecnologia, produção e desenvolvimento. Mas o que se vê? uma gigante, goste-se dela ou não, que pode ter que demitir funcionários, reduzir seus investimentos e produção. Uma lástima
Parece até que a Raízen, e todo o império a que pertence, é boazinha e inofensiva, e que sempre andou nos trilhos, é meramente uma vítima.
Pelos caminhos da Raízen, dezenas de pequenas empresas foram absorvidas e prejudicadas.
A coisa virou? Ora, assim é o capitalismo. Quis jogar o jogo, arque com as consequências.
Vaidade das vaidades !! O guloso do Ometto, que tinha uma situação razoavelmente equilibrada, tentou uma manobra para tomar o controle da Vale e com isso ser levado ao posto de Presidente da companhia! Deu tudo errado e agora esta se desfazendo de ativos para tentar tapar o rombo !! Olho maior que a barriga, dá nisso aí.
Tirar um ladrão da cadeia e colocá-lo na presidência. Quem poderia imaginar que daria errado?
Pior é ver estes empresáriosapostando no Molusco e se dando mal…
Procurou, achou…!