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Agronegócio

Produção rural tem preços melhores e custos menores em 2022

Indicadores calculados pela Farsul mostram bons resultados para o produtor rural no ano passado

exportações milho Brasil
Despejando grãos de milho no reboque do trator após a colheita | Foto: Shutterstock

O Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelos Produtores Rurais (IIPR) teve alta de 10,36% em 2022. A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) faz o cálculo para o indicador. Ele mensura a valorização da produção da agropecuária gaúcha.

Além disso, a pesquisa realizada pela Farsul mostra que o Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP) registrou deflação de 9,55% neste ano. Ou seja, ao mesmo tempo em que os produtos rurais melhoraram de preços, os custos para produzi-los caiu.

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Apesar de os indicadores serem regionais, seus resultados servem como uma boa referência para a agropecuária em todo o país, conforme explica Antônio Luz, economista-chefe da Farsul. “Os índice são feitos no Rio Grande do Sul, mas tendo em vista que o emprego de tecnologia é comum no Brasil e os preços variam com muita similaridade no território brasileiro, então usar o Estado como amostra nos entrega um ótimo resultado para o país”, comentou.

A Farsul relacionou a redução dos custos aos produtores rurais, à forte oferta de fertilizantes. O aumento da disponibilidade item é “reflexo do receio de que o conflito entre Rússia e Ucrânia poderia trazer escassez do produto no mercado brasileiro, que é essencialmente importador da matéria-prima”, informa a federação, em nota. “Outro fator que também contribuiu para a deflação dos custos de produção foi a queda da taxa de câmbio média. Como a maioria dos insumos usados no campo são importados de fora do país, a taxa de câmbio tem forte influência sobre o custo dessa compra.”

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2 comentários
  1. Jose Carlos Fernandes Mangabeira
    Jose Carlos Fernandes Mangabeira

    Já estamos sentindo saudades do melhor Presidente do Brasil e do melhor Ministro da Economia do Mundo.

  2. Ed Camargo
    Ed Camargo

    A história do século XX esta cheia de exemplos de paises que confiscaram a riqueza de alguns com a intenção de redistribui-la, mas acabaram redistribuindo a miséria. As nações Comunistas são os exemplos clássicos.
    Na teoria, confiscar a riqueza das pessoas melhores sucedidas deveria fazer o restante da sociedade mais próspera. Mas qdo a União Soviética confiscou a riqueza de fazendas produtoras e de sucesso, a comida se tornou escassa e muitos morreram de fome sob o domínio do Ditador Joseph Stalin na década de 1930, da mesma forma muitos outros morreram no Holocausto causado por Hitler na década de 1940
    Como isso aconteceu? A resposta não é complicada. Voce somente pode confiscar a riquesa e o fruto do trabalho alheio em um determinado momento enquanto as pessoas estão distraidas. Não há como confiscar uma riqueza ou frutos do trabalho futuro ou que ainda estam por vir e aquela futura riqueza é menos provável de ser produzida. Qdo as pessoas entendem que aquilo que produzem será confiscado na forma de altissimos impostos, qdo as pessoas percebem que estão servindo de forragem aos seus inferiores, eles simplesmente deixam de produzir. Os fazendeiros na União Soviética reduziram o tempo e esforço que investiam na agricultura logo que entenderam que o regime confiscador de Stalin iria ficar com boa parte da colheita. Eles abatiam os animais precocemente e se alimentavam, em vez de continuar deixando-os crescer até alcançar à maturidade. Eles no lugar de produzir duas colheitas por ano, passaram a produzir somente uma, afinal de contas porque se esforçar se outros que não trabalham vão viver as suas custas.
    Nós todos já ouvimos aquelo adágio antigo que diz: De ao homem um peixe e ele terá comida por um dia, enquanto ensinando-o a pescar ele teria comida pelo resto da vida. Os redistribucionistas como Luladrão e seus asseclas vassalos dão ao homem um peixe e o deixam dependente do governo para mais peixe no futuro, uma dependência que vai do berço até a sepultura. Criando dessa forma o voto de cabresto ou currais eleitorais.
    Se os redistribucionistas fossem sérios, eles redistribuiriam a abilidade de pescar ou de ser produtivo em outras formas. Conhecimento é uma das coisas que pode ser distribuidas as pessoas sem reduzir a quantidade disponível em outros. Isso certamente melhor serviria aos interesses do pobre, mas não serviria aos interesses dos políticos que querem ter e exercer o poder sobre todos e obter o voto daqueles que vivem dependentes do governo.

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