Não há atividade tão dinâmica quanto a agropecuária no Brasil. No primeiro semestre de 2025, o setor registrou 10% de crescimento em relação ao mesmo intervalo de 2024. Em igual período, os setores de serviços e da indústria cresceram 2% e 1,7%, respectivamente. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a expansão econômica do país ficou em 2,5%.
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É como se uma fazenda que produz 100 toneladas de algodão aumentasse a safra em 10 toneladas, enquanto a indústria fabricasse menos de duas toneladas de tecido a mais e a loja da esquina vendesse praticamente o mesmo volume. Com um detalhe: todas as atividades precisam da agropecuária para funcionar. O campo gera a matéria-prima para a indústria transformá-la no produto à venda no varejo.
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A força da agropecuária na economia do Brasil
Antes de a matéria-prima chegar à fábrica, a agropecuária gera quase 9% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. A transformação dos produtos agrícolas pela indústria gera outros 6% — a agroindústria. Nessa fase, são feitos itens como celulose, papel, tecidos de algodão, cortes de carne, embutidos, couro, biocombustíveis, cosméticos, sabonetes etc.
Além disso, tanto no campo quanto na agroindústria há emprego em massa no setor de serviços. A gama de profissionais vai de técnicos, veterinários, engenheiros e gestores até os caminhoneiros que transportam a carga. Juntos, somente com os trabalhos para o agronegócio, geram 12,9% do PIB nacional. E, na agropecuária, também o setor de serviços responde por mais 1,4% de toda a riqueza do país.
De acordo com a Universidade de São Paulo (USP), o agronegócio responde por quase 30% de toda a economia brasileira. Os 10% de crescimento da agropecuária mostram: quando o agro vai bem, o país encontra um jeito de crescer.






































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