O Reino Unido anunciou que vai adotar o sistema de regionalização para a importação de carne de aves do Brasil, conforme o status estadual com relação à gripe aviária. Assim, um eventual foco encontrado em uma criação comercial em um Estado não impede as exportações do restante do país.
Um comunicado do Ministério da Agricultura brasileiro informou a decisão do Reino Unido sobre a importação de carne do Brasil em meio a gripe aviária. A pasta publicou a nota na segunda-feira 17. Até o momento, nenhum foco da doença foi encontrado em uma granja comercial brasileira.
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Das 62 notificações registradas no país, 60 são em pássaros silvestres e duas ocorreram em aves de criações do subsistência. Ou seja: para consumo próprio. Desse modo, o status da indústria nacional é de livre da doença.
Gripe aviária, Reino Unido e as carnes de aves do Brasil
Atualmente, os frigoríficos brasileiros são os maiores fornecedores de carne de aves para o mercado internacional. Eles abastecem por volta de 35% de todo o comércio desse alimento entre países. No ano de 2022, esse segmento rendeu US$ 9,5 bilhões ao agronegócio nacional.
Nos no primeiro semestre de 2023, a cifra já está em bilhões, conforme os dados do governo federal. Desse total, milhões vieram das vendas para a Grã-Bretanha.
Os dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos mostram que os britânicos consumiram 2,5 milhões de toneladas de proteína de frango em 2022. A produção interna foi capaz de suprir a demanda, uma vez que o país importou 900 mil de toneladas. Cerca de 10% foram exportadas pelos frigoríficos brasileiros.
A maior parte veio de abates do Paraná, o maior produtor local desse tipo de alimento. Assim como no restante do país, a indústria local é considerada livre da gripe aviária. No ano passado, o Reino Unido recebeu carne de aves de 14 Estados do Brasil.




































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