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Agronegócio

Governo proíbe 27 marcas de azeite de oliva por fraudes e riscos à saúde em 2024

A pasta divulgou 3 listas ao longo do ano e realizou ações específicas contra as marcas fraudulentas

Azeite em pote
Nesta terça-feira, 23, o ministério divulgou uma nova lista com 12 marcas | Foto: Divulgação/Pxhere

O Ministério da Agricultura e Pecuária anunciou a proibição de 27 marcas de azeite de oliva em 2024, depois de identificar fraudes e riscos à saúde nos produtos. Entre essas, 12 marcas foram divulgadas nesta terça-feira, 22. As averiguações revelaram irregularidades em azeites extravirgem, que poderiam comprometer a saúde dos consumidores.

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Além da suspensão, empresas associadas às marcas tiveram seus Cadastros Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJs) suspensos. O ministério divulgou três listas ao longo do ano e realizou ações específicas contra as marcas fraudulentas. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também proibiu a venda de duas marcas.

Marcas de azeite proibidas em 2024:

  1. Almazara;
  2. Alonso;
  3. AZ Azeite;
  4. Carcavelos;
  5. Cordilheira;
  6. De Alcântara;
  7. Don Alejandro;
  8. Escarpas das Oliveiras;
  9. Garcia Torres;
  10. Grego Santorini;
  11. Imperial;
  12. La Ventosa;
  13. Málaga;
  14. Mezzano;
  15. Olivas del Tango;
  16. Ouro Negro;
  17. Oviedo;
  18. Pérola Negra;
  19. Quinta de Aveiro;
  20. Quintas D’Oliveira;
  21. Rio Negro;
  22. Serra Morena;
  23. Serrano;
  24. Terra de Óbidos;
  25. Uberaba;
  26. Vila Real; e
  27. Vincenzo.

Para evitar a compra de azeites adulterados, o ministério e a Anvisa disponibilizam ferramentas de verificação e orientam sobre registros no Cadastro Geral de Classificação (CGC).

“A saúde do consumidor é nossa prioridade, e continuaremos vigilantes”, informou a pasta.

Nem todas as marcas de azeite de oliva estão liberadas para consumo | Foto: RDNE/Pexels
Nem todas as marcas de azeite de oliva estão liberadas para consumo | Foto: RDNE/Pexels

O registro no CGC é obrigatório para empresas que processam, industrializam ou embalam azeites. De acordo com a pasta, as operações de fiscalização realizadas têm o objetivo de garantir a segurança alimentar. As investigações levaram a punições para as marcas infratoras.

Leia também: “Azeite brasileiro é eleito um dos 10 melhores do mundo”

“O Mapa monitora toda a cadeia produtiva para garantir que o azeite comercializado atenda aos padrões exigidos e que não contenha adulterações ou fraudes, como a mistura com óleos de qualidade inferior”, informou o Ministério da Agricultura.

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