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Agronegócio

Governo Lula amplia verba para intervenção no mercado de arroz

Números oficiais mostram que safra nacional é compatível com a demanda interna

Imagem meramente ilustrativa de uma colher de pau com arroz; grão que é tema de artigo sobre intervencionismo estatal
O Rio Grande do Sul é o maior produtor de arroz do Brasil | Foto: Sebastião José de Araújo/Embrapa Arroz e Feijão

O governo federal ampliou a liberação de verbas para intervir mercado brasileiro de arroz. Uma medida provisória publicada no sábado 25 acrescenta R$ 6,7 bilhões em recursos para a importação estatal do cereal. Contudo, os números oficiais mostram que a safra atual é compatível com a demanda interna.

A medida ocorre em meio às chuvas que inundaram a maior parte do Rio Grande do Sul — Estado que detém 70% da produção da cultura. Os números oficiais, porém, mostram que a quantidade colhida nas lavouras gaúchas antes tempestades devem garantir que a safra de 2024 tenha, no mínimo, volume igual ao do ano anterior, afastando o risco de desabastecimento — conforme mostrou a reportagem “Não vai faltar arroz”, publicada na Edição 218 da Revista Oeste.

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Pelas estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção gaúcha desse cereal em 2024 deve fechar em 7,2 milhões de toneladas. São 340 mil toneladas a mais em comparação ao ano anterior, quando o governo não fez nenhuma importação.

Intervenção no mercado de arroz

Em 9 de maio, o governo federal publicou a publicou a primeira medida provisória de 2024 para autorizar a Conab a importar arroz. O texto permitiu a aquisição de uma tonelada do grão no mercado externo.

A primeira compra deveria ocorrer por meio de um leilão marcado para 21 de maio, quando seriam adquiridas 100 mil toneladas. Contudo, o certame teve de ser cancelado em razão do aumento de preços no Mercosul, depois que o governo brasileiro anunciou seu programa de importação.

“Nós iríamos comprar 100 mil toneladas de arroz, mas, pelos preços que estavam anunciando, só compraríamos 70 mil”, disse Carlos Fávaro, Ministro da Agricultura, ao anunciar o cancelamento.

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2 comentários
  1. R Fortes
    R Fortes

    Esse demônio escolheu o Povo errado para impor seu ódio. Não tem qualquer sinal de empatia.
    Esse “duende megalomaníaco” culpa a todos por sua infância miserável, e persegue até os mais vulneráveis.

  2. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    O Lula é contra o AGro e quer acabar com os produtores. Além disto é racista, pois com a idéia e supremacia branca, quer fuder os descendentes de imigrantes alemães, italianos e poloneses e gaúchos.

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