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Agronegócio

Faturando US$ 10 bilhões, agro bate recorde de exportações

Aumentaram o valor e a quantidade de produtos embarcados

exportações agronegócio brasileiro
Se resultado for confirmado, embarques do grão entre janeiro e setembro podem superar volume do mesmo período de 2020

O agro brasileiro bateu valor recorde de exportações para fevereiro. O faturamento com os embarques atingiu mais de US$ 10 bilhões. Anteriormente, o maior registro para o segundo mês do ano era de 2019: pouco mais de US$ 6 bilhões.

A nova marca elevou a participação do setor para 45% sobre o resultado das exportações do mês. Em fevereiro do ano anterior, essa proporção ficou abaixo de 40%.

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O montante recorde ocorreu com o aumento dos preços médios dos produtos (alta de quase um quarto) e o crescimento na quantidade exportada (um terço a mais).

Destaques do recorde de exportações

Os destaques foram para a soja, carne in natura bovina e de frango e o café verde, conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura.

No caso da soja em grão, os embarques ultrapassaram 6 milhões de toneladas. O aumento é próximo de 4 milhões de toneladas. Sozinhas, as importações chinesas do item geraram pouco mais de US$ 2 bilhões em faturamento.

Com o farelo de soja, a arrecadação das vendas externas atingiu praticamente US$ 700 milhões, aumento de 50%. O maior montante veio das transações com a União: quase US$ 300 milhões (+10%).

A carne bovina gerou receita de quase US$ 1 bilhão, registrando o aumento de 75%. Pouco mais de US$ 500 milhões vieram dos envios para a China.

As vendas externas de carne de frango subiram mais de US$ 100 milhões, fechando acima de US$ 600 milhões. O mercado chinês também foi o maior comprador. E os envios de café verde geraram US$ 800 milhões para o Brasil.

Leia também: “O Brasil vai alimentar o mundo”, entrevista concedida por Celso Moretti, presidente da Embrapa, para a Revista Oeste

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2 comentários
  1. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Admiro a persistência do governo Bolsonaro e do agronegócio dirigido por sua ministra Teresa Cristina que desde o inicio da pandemia não “ficou em casa”, assim como nossos transportadores, e conseguiram alimentar o pais e o mundo.
    Agora só não entendo porque os velhacos da política, da imprensa e até da economia, vivem questionando a Petrobras, empresa de economia mista, porque pratica a Paridade de Preços Internacional como fazem todos os produtores no mundo. Inclusive atribuem a Petrobras como sendo a vilã da inflação de combustíveis desconhecendo que o ICMS que nada produz recebe do vr. de 1 lt. vendida nas bombas a R$6,59, o vr. de R$1,75 e a Petrobras R$2,37, ou seja 73,8% de quem produz, e a Dist./Rev. R$0,92 ou 38,8%.
    Agora, não posso ficar calado porque essa mesma gente inútil não questiona o alto preço dos alimentos que somos campeões mundiais em produção e temos para dar e vender. Porque em 2019 pagávamos R$2,50 uma garrafa de 900 ml. de óleo de soja e hoje R$8,50 e um pacote de 500 g. de café moído R$7,50 e hoje R$19,00? E o açúcar, álcool, carne, milho, feijão? Afinal, aqui também se aplica a PPI e nenhum desses hipócritas condena porque é atividade privada e não podem fazer qualquer ingerência? Mas na empresa de economia mista Petrobras sustentada em grande parte por investidores minoritários que a capitalizaram em mais de R$100 bi em 2010 para exploração do pre-sal e só em 2020/21 viram retorno, tentam sempre tentar resgatá-la para seus fins políticos.
    Quando vamos reduzir em no mínimo 1/3 desses inúteis no LEGISLATIVO NACIONAL, e a somente 1 senador por Estado? Para que precisamos de 3 Randolfes por Estado?

  2. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    Vai despiorar assim lá adiante, sô! País que tem governo responsável mostra resultados positivos. Bem diferente de quem só tem passado sinistro e promessas fantasiosas!

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