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Agronegócio

Federação orienta produtores rurais sobre risco de invasões do MST

Agricultores e pecuaristas do Paraná devem seguir recomendações e medidas preventivas

CNA MST
Mulher sem terra com bandana no rosto | Foto: Acervo MST

Diante das constantes invasões do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em diversas regiões do país, a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) elaborou uma série de providências que os produtores rurais devem adotar em situação de risco de invasões.

Entre as recomendações e medidas preventivas estão:

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— Ter um laudo técnico atualizado de produtividade que possa ser utilizado para demonstração do uso racional e adequado do imóvel, cumprindo a função social da terra;
— Manter atualizados documentos do imóvel, como matrícula, contratos de parceria, financiamentos ou qualquer outro que comprove a posse da área rural;
— Manter em dia as obrigações tributárias, trabalhistas e ambientais da propriedade, bem como manter atualizados cadastros de animais em órgãos de inspeção sanitária e veterinário;
— Manter as divisas da propriedade em bom estado de conservação e de fácil constatação a qualquer pessoa que delas se aproxime.

Segundo a Faep, diante do risco de invasão, o procedimento judicial cabível será de “Interdito Proibitório”, que servirá como uma medida judicial prévia, em que se determina a proibição da invasão.

Caso isso ocorra, a Faep orienta que os documentos citados acima sejam entregues a um advogado de confiança, para ajuizar uma ação de “Interdito Provisório” demonstrando o risco iminente de ter o imóvel invadido.

A medida liminar, ao ser concedida, deve ser apresentada à Polícia Militar e à Delegacia de Polícia, além do Sindicato Rural, para informar a Secretaria de Segurança do Estado.

A Faep reforça que está à disposição para auxiliar tantos os sindicatos, quanto os proprietários rurais do Paraná.

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11 comentários
  1. Mary Rodrigues De Oliveira Rios
    Mary Rodrigues De Oliveira Rios

    É matar e dar a cada um a terra que eles querem, no caso: sete palmos para cada! Rsrs

  2. Christian
    Christian

    Mais um conselho. Conheça o telefone de todos os latifundiários vizinhos e ligue para todos pedindo ajuda. 200 invasores não resistem a 10 produtores armados.

    1. Victor
      Victor

      Aqui vai a solução: Providenciem fuzis e metralhadoras e criem facções caso a PF se atreva a vingar os invasores mortos!👿👿👿👿⚔️⚔️⚔️⚔️⚔️⚔️⚔️⚔️

  3. José Carlos
    José Carlos

    É só colocar um pedaço de estanho na cabeça desses terroristas que resolve o problema

    1. rubens alves de campos
      rubens alves de campos

      O Stedile foi na comitiva do Luladrão pra China. Com certeza estão combinando, durante a viagem, onde serão feitas as invasões, quando retornarem. Isso não é suficiente pra mandar o Cachaceiro de novo pra prisão e tirar ele da presidência do Brasil!? Com a palavra os “urubus” do STF….

  4. Felipe Correia
    Felipe Correia

    Querem uma ideia de qual providência tomar?
    Se posicionem com suas espingardas e vai puxando o gatilho, como se caça as pragas de javalis invasores.

  5. Olmir Antonio De Oliveira
    Olmir Antonio De Oliveira

    Como pode ser melhor entendido este tipo de ocorrência no nosso tempo. Problemas e dificuldades sempre existiram, são “perenes”, tende seguir a assim por tempo indefinido. É certo que onde existir “interesses”, vaidades, valores sempre vão despertar atenções de oportunistas, picaretas, vigaristas,… até pessoas de hiper boa fé para tudo até mesmo enfiar pessoas, simples, desinformadas e ou até as gananciosas para buracos e abismo, lideres desses movimentos parecem ser esses e certamente tiram vantagens mesmo tendo certezas que em nos tempo essas coisas não passam de simples enganações. Simples, exemplos não faltam, custos financeiros e de tecnologias, níveis e custo exigidos para se adentrar no setor, não é pouca coisa, invariavelmente citam comparativos com estabelecidos e com histórico de anos para o seu estágio, visão simplificada dizem serem movidos pela ganância, … má fé e nada de estar com os pés no chão, tanto é que muitos dos invasores já foram do setor e de insucessos na atividade, é começar com enxada e outras ferramentas manuais em tempos de tantas tecnologias e escalas tão grandes e caras, nos da a certeza que tais lideres rurais querem simplesmente enterrar tais pessoas em sistema de quanto muito só adequado a subsistência, e ou padrão de vida semelhante as antigas tribos e modo de vida dá época do descobrimento, podem ocorrer e ou não, mas a visão, horizonte, é que para a maioria é só de ilusão.

  6. Edgard Jesus Bernal
    Edgard Jesus Bernal

    Estranho que essas invasões não são consideradas atos criminosos, será que eles invadem terras improdutivas ???
    Esse MST é manobra do nosso desgoverno !!!

  7. Marcelo De P. Santos
    Marcelo De P. Santos

    O mentecapto do Stédile já deu a agenda e os alvos das invasões, metodicamente, programadas.
    Agora, é hora do pessoal do campo se armar, se juntar, contratar segurança privada e largar o aço pra quem invadir propriedade privada!
    Eu tenho planos de usar uma área de 4 mil m² para colocação de placas fotovoltaicas (painel solar) e gerar energia limpa, com a energia do sol e, alem da autosuficiencia aqui, eu poderia vender o excedente para a rede elétrica.
    Se não tem ninguem morando nesse meu terreno, e não tem plantação nem gado, seria esta uma terra improdutiva, portanto, passível de tomada para uma função social?
    Pode tentar vir aqui e, vamos conversar no limite da minha cerca!

  8. principalsuspeito
    principalsuspeito

    Ah, bom, então essa é a ideia… o governo usar o MST como massa de manobra para obrigar o proprietário da terra a seguir uma série de burocracias cuja maior parte só existe aqui em Banânia. Trocando em miúdos: arrumar um jeito de comer mais dinheiro do contribuinte. Fica explicado porque não se toma atitude em relação a esses pilantras.

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