publicidade
Agronegócio

CNA rebate investigação dos EUA sobre supostas práticas comerciais desleais

Entidade envia defesa técnica para contestar acusações e destacar competitividade do agro brasileiro

CNA contesta ao menos três pontos das críticas dos EUA: tarifas preferenciais, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal | Foto: Divulgação/CNA
CNA contesta ao menos três pontos das críticas dos EUA: tarifas preferenciais, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal | Foto: Divulgação/CNA

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou nesta sexta-feira, 15, respostas técnicas ao processo aberto pelo governo dos Estados Unidos. Os norte-americanos acusam o Brasil principalmente de adotar supostas “práticas desleais” de comércio.

A apuração baseia-se sobretudo na Seção 301 da Lei de Comércio, que autoriza o Poder Executivo dos EUA a investigar condutas com perfis “desleais ou discriminatórios”. Caso eles se confirmem, o país tem a prerrogativa de aplicar sanções de forma unilateral.

Receba nossas atualizações

CNA contesta pelo menos três temas 

O governo dos EUA estruturou a apuração em seis eixos: comércio digital e pagamentos eletrônicos; tarifas preferenciais; práticas anticorrupção; propriedade intelectual; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal.

Na defesa enviada ao Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), a CNA apresentou dados e argumentos jurídicos sobre três desses temas: tarifas preferenciais, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal.

Leia também: “A cavalaria chegou”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na edição 283 da Revista Oeste

Os EUA são o terceiro principal destino das exportações agropecuárias brasileiras e um parceiro estratégico do setor. Para a diretora de Relações Internacionais da CNA, Sueme Mori, o agronegócio nacional é altamente competitivo e segue padrões legais.

“O Brasil se tornou um grande exportador agrícola porque somos altamente produtivos e competitivos. Temos confiança de que a investigação americana vai comprovar o compromisso, não só do agro, mas de toda a economia brasileira, com um comércio internacional justo, transparente e baseado em regras claras”.

A CNA, que representa mais de 5 milhões de produtores rurais, pretende participar presencialmente da audiência pública sobre o tema. O evento deve ocorrer em setembro.

+ Leia mais notícias de Agronegócio na Oeste

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.