A China importou 9,8 milhões de toneladas de soja em julho. Essa quantidade representa um crescimento de quase 3% sobre o mesmo mês no ano anterior. O país é o maior comprador do grão no planeta e o principal destino da safra brasileira.
Na safra de 2023, por exemplo, a China importou 108 milhões de toneladas de soja — cerca de 70% de origem nas lavouras do Brasil. O gigante asiático absorve praticamente metade da colheita nacional — o que corresponde a 60% do consumo chinês.
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As vendas do grão para o mercado chinês renderam US$ 39 milhões para os brasileiros em 2023. Esse valor corresponde a cerca de 11% de todo o faturamento do país com o mercado externo, segundo os dados do governo federal.
A demanda pelo grão ocorre em razão de sua versatilidade. Ele é aplicado em diversos ramos, como a produção de óleos vegetais e farinhas. Esses itens servem como matéria-prima para diversos segmentos da indústria, como a de cosméticos, higiene pessoal, automotivo e, a principal, alimento — tanto para nutrição humana quanto animal.
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Soja na China
Esse grão é, por exemplo, uma importante fonte de proteína para a engorda de animais de diversos tipos. Entre outras coisas, o gigante asiático usa grande parte da soja que importa do Brasil para abastecer seu rebanho de suínos — o maior do planeta, com cerca de 400 milhões de cabeças. Trata-se da principal fonte de proteína animal para população chinesa.
Atualmente, a China importa cerca de 90% da soja que consume. Contudo, a safra local está em expansão e deve chegar ao seu terceiro ano seguido acima das 20 milhões de toneladas em 2025.







































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