O governo do Canadá deu autorização à BRF para embarques de carne de porco do Brasil. Com a decisão, a unidade de Campos Novos (SC) da companhia está habilitada a enviar o produto ao mercado canadense.
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A empresa divulgou a decisão do governo canadense na quarta-feira 13. De acordo com o Reuters, ela se aplica a embarques de cortes in natura e congelados. A abertura do Canadá para a carne de porco do Brasil teve início em meados de março deste ano. Naquele mês, Tereza Cristina, então ministra da Agricultura, esteve no país.
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Logo depois da visita, o Canadá deu início à abertura para a entrada de carne de porco do Brasil. No mercado de suínos, a unidade Campos novos é a oitava fábrica brasileira a receber a autorização do governo canadense.
Até o momento, Seara Alimentos, controlada pela JBS, tem duas unidades aprovadas. A Cooperativa Central Aurora e a Pamplona Alimentos também possuem duas unidades habilitadas cada. A Master Agroindustrial, assim como a BRF, possui autorização para uma fábrica.
Conforme os dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, o Canadá importou cerca de 260 mil toneladas de carnes de porco em 2021. Ao mesmo tempo, o Brasil exportou 1,3 milhão de toneladas do produto.
Essa homenagem o McDonald’s não faz para a pecuária do Brasil
CANADA autoriza mais um frigorífico no Brasil a exportar carne de porco ao país.
Mas eles não estavam criando grilos como opção a proteína de porco e boi, porque estes peidavam muito.
O título da reportagem está errado.
O frigorífico pode exportar para onde quiser, desde que haja comprador.
O Canada autorizou a IMPORTAÇÃO da carne brasileira.
Será que uma reportagem sobre a JBS nos explicando o porquê dela ter se envolvido no oligopólio criminoso da era petista iria nos mostrar que o caminho sem corrupção compensa mais?
Ótima reportagem essa do aumento na exportação de carne suína.
Creio que há um engano no título. O certo não seria IMPORTAR?
Pensei nisso também Elizabeth
Elizabeth
Não havia aberto os comentários quando postei minha observação; pensamos igual.
Quando a fome aperta, não há ESG que aguente.
Concordo plenamente João Henrique. Isso no papel é muito bonito….a realidade oprém é outra.
*porém