O lançamento do iPhone Air, marcado como uma das maiores mudanças de design da Apple, não atingiu as metas de vendas iniciais, segundo dados do mercado. Apesar do interesse gerado em setembro, consumidores optaram por outros modelos em virtude do preço elevado e escolhas técnicas que favoreceram a espessura fina do aparelho.
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Para alcançar 5,64 mm de espessura, a empresa sacrificou recursos como uma câmera traseira sem lentes ultra-wide e telefoto, e apenas um alto-falante. O preço inicial de US$ 1 mil, apenas US$ 100 inferior ao iPhone Pro, distanciou o Air do modelo de entrada, vendido a US$ 800.
Desempenho abaixo do esperado e ajuste de expectativas em relação ao iPhone Air
Segundo Nabila Popal, da International Data Corporation, “a Apple tinha expectativas maiores para o Air e não conseguiu atendê-las”. A consultora de mercado International Data Corporation identificou que a produção do Air foi reduzida pela metade semanas depois do lançamento, com vendas que atingiram apenas um terço do esperado.

Mesmo com quase 1 milhão de visualizações na página da Apple no lançamento, a taxa de conversão ficou cerca de um terço abaixo de outros modelos, segundo a plataforma de análise de mercado digital Similarweb. O total de acessos on-line do iPhone neste ano cresceu quase 30% em relação ao ano anterior.
Leia mais: “Só há o comunista de iPhone”, artigo de Flávio Gordon publicado na Edição 145 da Revista Oeste
Outros aparelhos da linha iPhone 17 registraram desempenho positivo e devem impulsionar um trimestre de vendas recorde, de acordo com projeções da Apple. Estimativas da Morgan Stanley apontam para a produção de 90 milhões de unidades dos novos modelos até o fim de 2025, o que supera previsões iniciais em até 6 milhões.








































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