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Política

PL define pré-candidaturas ao governo do RS e ao Senado Federal

Jair Bolsonaro e Valdemar Costa Neto formalizam apoio aos deputados Zucco e Ubiratan Sanderson

PL
Zucco afirmou que pretende iniciar uma agenda técnica e colaborativa para o Estado | Foto: Reprodução/Partido Liberal/Flickr

O ex-presidente Jair Bolsonaro e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, selaram nesta quarta-feira, 11, os nomes do partido que disputarão os cargos majoritários no Rio Grande do Sul em 2026.

A reunião ocorreu na sede da legenda, em Brasília, e formalizou o apoio da sigla a dois deputados federais: Tenente-Coronel Zucco para o governo do Estado e Ubiratan Sanderson para o Senado.

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Zucco, atual líder da oposição na Câmara dos Deputados, afirmou que pretende iniciar uma agenda técnica e colaborativa para o Estado.

“Agradeço e fico lisonjeado com este reconhecimento, presidente”, declarou Zucco. “Acredito que devemos agora construir um projeto de futuro para o Rio Grande do Sul, dialogando com todas as forças do Estado. Projetos como este precisam ser coletivos e técnicos.”

Já Sanderson destacou a importância da confiança depositada por Bolsonaro e Valdemar: “Honrado em receber a confiança de Jair Bolsonaro e do presidente do Partido Liberal, para representar a legenda liberal nas eleições para o Senado do ano que vem”.

A escolha antecipa a movimentação eleitoral do PL e revela que o partido deve buscar ampliar sua presença no Sul do país com nomes alinhados a Bolsonaro. A estratégia visa a consolidar uma base forte para o projeto nacional da direita em 2026.

Zucco e Sanderson intensificam agenda legislativa no governo

Na segunda-feira 9, Zucco criticou o novo decreto do IOF, ao chamar a medida de “fiscalista e contraproducente”. Segundo ele, a taxação afeta negativamente setores como agronegócio e infraestrutura.

O parlamentar afirma que a mudança prejudica a previsibilidade do mercado de capitais. Para ele, alterar regras que garantem a confiança dos investidores compromete a segurança jurídica.

+ Leia também: “Oposição critica nova proposta de decreto do IOF”

Sanderson, por sua vez, pediu ao TCU que investigue um contrato de R$ 54 milhões entre o governo federal e a Rede Minerva. Ele vê indícios de uso político de recursos públicos para monitorar opositores.

O TCU aceitou o requerimento, e o deputado celebrou a abertura do processo. Para ele, a apuração é essencial para preservar a liberdade de expressão e coibir abusos institucionais.

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