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Política

Paulo Gonet ‘demonstra afinidade intelectual e moral' para assumir o cargo, diz Jaques Wagner

O parecer do senador foi incluído na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado

Paulo Gonet | Paulo Gonet foi escolhido para a PGR depois de dois meses do fim do mandato de Augusto Aras | Foto: M. Camargo e A. Cruz/Agência Brasil
O texto com a nova medida de aumento no auxílio-moradia dos procuradores foi alterado um dia antes da sabatina para aprovação de Paulo Gonet à frente da PGR | Foto: M. Camargo e A. Cruz/Agência Brasil

O relator da indicação do subprocurador Paulo Gonet para a vaga na Procuradoria-Geral da República (PGR), senador Jaques Wagner (PT-BA), protocolou nesta terça-feira, 5, seu parecer sobre o nome do procurador.

O documento foi incluído na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado, onde deverá ser lido na quarta-feira 6.

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No texto, Wagner destaca a trajetória e o currículo de Gonet, que atuou como assessor do ministro Francisco Rezek, do Supremo Tribunal Federal (STF), de 1983 a 1987; como procurador-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica, entre 1992 e 1993; e como Conselheiro Superior do Centro de Altos Estudos em Controle e Administração Pública do Tribunal de Contas da União (TCU). Atualmente, o candidato exerce o cargo de procurador-geral eleitoral interino.

O senador ainda afirma que Paulo Gonet “demonstra experiência profissional, formação técnica adequada e afinidade intelectual e moral para o exercício do elevado cargo para o qual foi indicado”.

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A sabatina e votação do subprocurador devem acontecer na próxima quarta-feira, 13, na CCJ. Se aprovado, o nome segue para apreciação do plenário do Senado, com votação secreta. Para conquistar o cargo, ele precisa de pelo menos 41 votos favoráveis dos senadores.

A indicação de Paulo Gonet para o comando da Procuradoria-Geral da República

Gonet Lula
Paulo Gonet foi o indicado pelo presidente Lula para assumir a PGR | Foto: Ricardo Stuckert/PR

Paulo Gustavo Gonet Branco foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 27 de novembro.

A escolha de Gonet ocorreu dois meses depois do fim do mandato de Augusto Aras à frente da PGR. Atualmente, a função vem sendo ocupada de forma interina por Elizeta Ramos.

Se aprovado pelo Senado Federal, Gonet assumirá o Ministério Público Federal pelos próximos dois anos. Em caso de rejeição, Lula terá que indicar outro nome para o cargo.

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