O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) reagiu ao pedido de abertura de inquérito contra ele por declarações sobre conteúdo sexual em escolas. A solicitação foi feita pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos.
Em publicação nas redes sociais, o parlamentar disse que mencionou “casos reais” ao tratar do tema e que sua fala ocorreu no contexto de um projeto contra a erotização nas salas de aula.
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Nikolas listou reportagens sobre professores afastados por exibir conteúdos impróprios, pedir que alunos se beijassem ou apresentar materiais com teor sexual. Segundo ele, os exemplos embasariam suas declarações.
O deputado também criticou o CNDH e afirmou não ter visto atuação do órgão em outras denúncias, como as que envolvem o ex-ministro Silvio Almeida, afastado por acusações de assédio sexual.
Ao final, Nikolas associou a medida ao cenário político e disse que não será “parado”.
Conselho ligado a ministério de Lula pede investigação contra Nikolas

O Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH) protocolou uma representação no Ministério Público do Trabalho contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). O órgão pede a abertura de uma investigação sobre declarações do parlamentar contra professores.
Em agosto de 2025, o deputado afirmou ao programa Pânico, da Jovem Pan, que docentes exibem vídeos pornográficos em sala de aula. Na ocasião, Nikolas citou supostos casos de professores que utilizam conteúdos eróticos e incentivam beijos entre alunos em troca de notas.
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No momento da fala, ele comentava o Projeto de Lei n° 2.628, de 2022, o “PL da Adultização”. O texto aprovado na Câmara estabelece medidas de proteção a menores no ambiente digital.






































É ano eleitoral, não? Ve se que a esquerda quer impedimento sa direita que dala que luta. Boa é a do Kassab que negocia, trai.