O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) elogiou neste sábado, 11, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O magistrado interrompeu o julgamento que analisa a acusação de calúnia feita contra o ex-juiz da Lava Jato.
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Conforme o parlamentar, a ação de Fux “concede ao STF uma oportunidade única para rever o recebimento de uma denúncia manifestamente inepta”.
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O pedido suspendeu a decisão da Primeira Turma do STF, que já havia formado maioria para manter Moro como réu. Assim, Fux optou por adiar a conclusão do caso ao solicitar vista do processo.
Com isso, o julgamento fica suspenso por até 90 dias. A interrupção não altera o placar da votação. No entanto, impede a publicação do resultado e o avanço da ação penal.
A Primeira Turma do STF já havia rejeitado um recurso da defesa de Moro. Como resultado, manteve a decisão anterior, que aceitou a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Declaração de Moro em festa junina gerou denúncia
O caso começou com um vídeo gravado em 2022, durante uma festa junina. Na ocasião, Moro teria insinuado que seria possível “comprar um habeas corpus” do ministro Gilmar Mendes.
A fala levou a PGR a apresentar uma denúncia formal no ano seguinte. A ministra Cármen Lúcia, relatora do caso, votou para manter a ação penal. Ela foi acompanhada pelos ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e Cristiano Zanin.
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A defesa de Sergio Moro sustenta que ele não teve intenção de caluniar Gilmar Mendes. Os advogados, portanto, alegam que a frase foi uma brincadeira de mau gosto e não deveria ser tratada como crime.






































A caça aos remanescentes da Lava Jato, segue implacável, letal e sem parâmetros segundo a Constituição. Apenas aliados e companheiros cumprindo seus deveres como advogados.