O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, usou as redes sociais, nesta quarta-feira, 25, para defender o decreto que aumenta o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Segundo ele, a medida “corrige uma injustiça”.
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“Combate a evasão de impostos dos mais ricos para equilibrar as contas públicas e garantir os direitos sociais dos trabalhadores”, escreveu o ministro no X.
A manifestação ocorre no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados deve votar a revogação do decreto. A proposta foi colocada em pauta pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). Motta fez o anúncio no seu perfil do X na noite desta quarta-feira, 24.
Também na terça-feira, pela manhã, Haddad havia se pronunciado sobre os riscos de novos gastos públicos em meio à alta da taxa Selic. “Não devemos contratar novos gastos”, disse. “Nenhum”, afirmou.
Congresso deve derrugar decreto do IOF
A expectativa é que o decreto seja revogado com ampla margem, como já ocorreu em 16 de junho, quando a urgência da proposta foi aprovada por 346 votos a favor e 97 contra — com apoio de parlamentares da base.
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A sessão desta quarta-feira também deve votar a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até dois salários mínimos. Outras de duas medidas provisórias também entraram na pauta: uma que destina até R$ 15 bilhões por ano do Fundo Social à habitação popular e outra que libera crédito consignado a trabalhadores do setor privado.
Motta disse que não precisa avisar o governo sobre suas decisões. “A urgência da votação do decreto falou por si só”, afirmou o deputado à imprensa. “E o presidente da Câmara tem que seguir a maioria. Preciso fazer uma pauta que atenda à Casa e ao Brasil, e a Casa não vai aceitar aumento de imposto para resolver problema fiscal do Brasil.”









































Taxadd poste mijado!
Não há injustiça maior do que viver em um país governado por uma quadrilha que não tem limites para avançar no bolso de quem trabalha, produz e empreende.
Sabe o que mais odeio na esquerda? Esse papinho mole de “justiça social”.