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Política

Em meio a tratativas de delação, advogado deixa defesa de ex-presidente do BRB

Eugênio Aragão afirmou que somente participa de iniciativas jurídicas pautadas em 'sinceridade e confiança'

Ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa
Ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa está preso desde o mês passado | Foto: Divulgação/BRB

O advogado Eugênio Aragão anunciou, nesta terça-feira, 19, a saída da equipe jurídica do ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa.

A saída ocorre em meio à tentativa do ex-BRB de tentar fechar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF).

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Em nota, Aragão informou que “somente participa de iniciativas jurídicas pautadas pela absoluta seriedade, confiança profissional e responsabilidade”.

Permaneceu na defesa do ex-presidente do BRB a equipe do advogado Davi Tangerino, que deve continuar à frente das negociações de colaboração com o Ministério Público Federal (MPF).

Leia também: “Celina Leão afirma que empréstimo do BRB está ‘encaminhado'”

Também no mês passado, o ex-presidente tinha trocado o advogado Cleber Lopes por Aragão e Tangerino. À época, já se especulava a intenção de Paulo Henrique fazer o acordo de delação.

A prisão do ex-presidente do BRB

Paulo Henrique Costa foi preso pela Polícia Federal (PF) durante a 4ª fase da Operação Compliance Zero, em 16 de abril deste ano.

A PF suspeita que ex-dirigente teria facilitado negócios entre o BRB e o Banco Master. Ele foi afastado do cargo desde a 1ª fase da operação, em novembro do ano passado. Depois, demitido pela própria instituição financeira.

Veja a nota na íntegra

O advogado Eugênio Aragão informa que está deixando a condução da defesa de Paulo Henrique Costa.

Com quase 30 anos de atuação no Ministério Público Federal e extensa trajetória em funções de cúpula da instituição, Eugênio Aragão somente participa de iniciativas jurídicas pautadas pela absoluta seriedade, confiança profissional e responsabilidade.

Eventual colaboração premiada apenas seria considerada diante da existência de provas consistentes e inequívocas, sempre com respeito à legalidade, às instituições e à reputação das pessoas envolvidas.”

Leia também: “Como a oposição reagiu à ida de Flávio à casa de Vorcaro”

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