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Política

De Luca analisa conversa entre Lula e Trump: 'É preciso distinguir palavras de ações'

Para o advogado da Trump Media e do Rumble no Brasil, é preciso aguardar o desenrolar das negociações nas próximas semanas

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Martin De Luca deu a declaração durante entrevista ao programa Oeste com Elas, nesta quarta-feira, 8. | Foto: Reprodução/YouTube/ Revista Oeste

Ao analisar a conversa entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e dos EUA, Donald Trump, o advogado Martin De Luca, representante da Trump Media e do Rumble no Brasil, afirmou que “é preciso distinguir entre o que são palavras agradáveis e o que são ações”.

De Luca deu a declaração durante entrevista ao programa Oeste com Elas, nesta quarta-feira, 8.

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Para o advogado, é preciso aguardar o desenrolar das negociações nas próximas semanas antes de ter uma imagem clara dos resultados, já que até o momento nada mudou em relação ao tarifaço nem às restrições impostas pelos EUA.

“É bom entrar em uma negociação eufórico, aplaudindo a si mesmo, fazendo com que a mídia oficial outorgue a medalha de ouro antes de começar a treinar para as Olimpíadas”, afirmou. “Porém, é certo que os EUA tomaram medidas para induzir um comportamento, uma correção dos abusos do Brasil. Esses abusos não foram corrigidos, e as medidas que os EUA tomaram não mudaram.”

Lula e Trump conversaram por vídeo na segunda-feira

Os presidentes conversaram por videoconferência na segunda-feira 6. Integrantes do Palácio do Planalto tratam a conversa como um passo estratégico. A videoconferência pode destravar um encontro entre os presidentes durante um evento internacional previsto para este mês, na Malásia.

Em nota oficial, o Planalto informou que a ação partiu do presidente norte-americano. Além disso, classificou o diálogo, de 30 minutos, como “amistoso” e de “boa química”.

“O contato é uma oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente”, afirmou Lula.

Leia também: “Karoline Leavitt: uma leoa na Casa Branca”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 290 da Revista Oeste

O petista ainda recordou que “o Brasil é um dos três países do G20 com os quais os EUA mantêm superávit na balança de bens e serviços” e solicitou a retirada da sobretaxa de 40% imposta a produtos nacionais, bem como das medidas restritivas que os EUA aplicaram contra autoridades brasileiras.

Ainda conforme o texto do Planalto, o presidente dos EUA designou o secretário de Estado, Marco Rubio, para dar sequência às negociações. Pelo lado brasileiro, Lula escolheu o vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

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1 comentário
  1. Joaz Santana Praxedes
    Joaz Santana Praxedes

    Esse namoro é o efeito Nobel da paz, que sairá daqui a 3 dias. Por isso Trump tá namorando também com o Hamas.

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