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O recuo da agenda woke representa a volta do bom senso

Em artigo para a Edição 253 da Revista Oeste, Ubiratan Jorge Iorio discorre sobre o início da queda de pautas progressistas

Woke, além da tradução literal do pretérito perfeito ‘acordei’, se tornou uma gíria norte-americana que indica certa ‘consciência’ das lutas de ‘minorias’ | Foto: Reprodução/Redes sociais
Woke, além da tradução literal do pretérito perfeito ‘acordei’, se tornou uma gíria norte-americana que indica certa ‘consciência’ das lutas de ‘minorias’ | Foto: Reprodução/Redes sociais

Em um artigo para a Edição 253 da Revista Oeste, Ubiratan Jorge Iorio discorre sobre o início da queda da agenda woke. O autor explica que, desde 2024, grandes marcas têm abandonado pautas progressistas em decorrência dos prejuízos financeiros registrados depois da promoção dessas ideologias em produtos, produções audiovisuais e peças publicitárias.

Para Ubiratan, a ascensão de governos conservadores na Europa, na América Latina e nos Estados Unidos foi o maior sinal do declínio das pautas progressistas.

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Leia um trecho do artigo de Ubiratan Jorge Iorio sobre o recuo da agenda woke

Antes tarde do que nunca. Tudo indica que o mundo está dando sinais de que se cansou definitivamente da maior inversão de valores de que se tem notícia desde o nascimento da nossa civilização. Refiro-me a essa idiotice incomensurável que é a cultura woke, que agride o bom senso, a lógica, a meritocracia, os princípios e valores éticos e morais, a natureza e a própria condição humana. Esse traste ideológico assassina a sangue frio a verdade, substituindo-a por narrativas mentirosas com propósitos manifestamente políticos.

[…] Já se pode sentir que os ventos favoráveis às pautas woke, que atingiram a velocidade máxima entre, aproximadamente, 2014 e 2021/2022, começaram, desde 2024, a soprar para o outro lado. O maior sinal foi a ascensão de governos conservadores na Europa, na América Latina e, principalmente, com a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos – todos manifestamente contrários à ideologia woke e a tudo o que representa.

Várias empresas antes controladas por políticas woke, após inúmeros fracassos de bilheteria, estão voltando à normalidade. Como a Disney, com os fiascos de Indiana Jones 5, Lightyear, Elementos, Mundo Estranho, Wish, As Marvels e She-Hulk – filmes em que a cor da pele e o sexo dos heróis originais foram deliberadamente alterados, o que gerou revolta em milhões de clientes e, como seria de se esperar, enormes prejuízos financeiros. A Meta, a Amazon, a Jack Daniel’s, a Toyota, a Harley Davidson, a Target e a Honda também foram obrigadas a cair na real e abandonaram a baboseira. Elon Musk, ao limpar o X da sujeira woke, parece ter iniciado o movimento no terreno das big techs. Foi seguido agora por um Zuckerberg, embora este ainda precise demonstrar que a guinada que anunciou no Facebook, Instagram e WhatsApp não foi determinada por medo, mas pelo bom senso.”

O artigo “A maré woke começa a recuar” está disponível a todos os mais de 100 mil assinantes da Revista Oeste.

Cartaz erguido em manifestação em Los Angeles (EUA) | Foto: Reprodução/Flickr/waltarrrrr
Cartaz erguido em manifestação em Los Angeles (EUA) | Foto: Reprodução/Flickr/waltarrrrr

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A Edição 253 da Revista Oeste vai além do texto de Ana Paula Henkel. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de J. R. Guzzo, Silvio Navarro, Cristyan Costa, Rodrigo Constantino, Alexandre Garcia, Carlo Cauti, Anderson Scardoelli, Peter Suderman, Augusto Nunes, Adalberto Piotto, Ubiratan Jorge Iorio, Flávio Gordon, Dagomir Marquezi, Brendan O’Neill (da Spiked) e Daniela Giorno.

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1 comentário
  1. Filipe Drumond Costa
    Filipe Drumond Costa

    Passou da hora das empresas entenderem que a maioria é que consome seus produtos e não a minoria. Todos devem ser respeitados indiferente de suas preferências sexuais, isto tem que ser naturalmente e não através de imposições da minoria que se sente ou se passa por vítimas.

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