Cartazes do filme cristão Sacré-Cœur foram vetados nas redes de transporte público de Paris, França. A MediaTransports, responsável pelos anúncios na SNCF e RATP, rejeitou a campanha por considerar o conteúdo “confessional e proselitista”, alegando que esse perfil fere o princípio de neutralidade do serviço público.
Hubert de Torcy, presidente da Saje Distribution, que cuida da divulgação do longa, manifestou insatisfação.
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“Solicitamos orçamentos, enviamos o material e o resumo, mas a resposta foi negativa”, afirmou ao jornal Le Figaro. Ele ainda indagou: “Mas o que significa neutralidade? Aceitamos tudo ou proibimos qualquer manifestação do cristianismo no espaço público?”
Segundo de Torcy, a decisão foi rigorosa demais, destacando que o filme aborda temas da cultura e da história francesa. Ele também declarou que outras produções com temas religiosos já receberam autorização para divulgação, mesmo que tratassem o cristianismo de forma menos direta. “Neste caso, recusaram de imediato”, explicou.
Do que fala o filme cristão que teve cartazes barrados em Paris

Dirigido por Steven e Sabrina J. Gunnell, o longa0metragem retrata episódios religiosos do século 17, centrados nas aparições atribuídas a Jesus à santa Margarida Maria Alacoque, na cidade francesa de Paray-le-Monial. Três séculos depois, essas manifestações espirituais foram lembradas em um jubileu promovido pela Igreja Católica.
Margarida Maria Alacoque (1647–1690), religiosa da Ordem da Visitação, difundiu a devoção ao Sagrado Coração de Jesus depois de relatar visões místicas entre 1673 e 1675, nas quais Cristo lhe mostrou Seu coração cercado de espinhos e pediu reparação pelos pecados da humanidade, além da criação da festa e da comunhão das primeiras sextas-feiras do mês.
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Inicialmente desacreditada, contou com o apoio do jesuíta São Cláudio de la Colombière e, depois de sua morte, tornou-se uma das grandes figuras da espiritualidade católica, sendo canonizada em 1920.
Lançado nesta quarta-feira, 7, o docu-ficção está presente em mais de 150 cinemas da França, mas não obteve autorização para exibir publicidade nos transportes.
O diretor, Steven Gunnell, também comentou as dificuldades para promover o filme. “Alguns apresentaram orçamentos absurdos, inviáveis para nosso porte. Uma empresa nos disse: ‘Não, é proselitista demais’. Então, filmes como A Freira, O Exorcista e Invocação do Mal podem; Jesus, não”, afirmou Gunnell na rádio Europe 1.






































Nai vai demorar muito para os muçulmanos exigirem a demolição da Notre Dame e a construção de uma mesquita no local.
A França cada vez mais, ideológica, parcial e aniquilando sua cultura e valores sociais.
França invadida na 1° guerra.
França invadida na 2° guerra.
França invadida pela cultura lgbtik.
França invadida pelos muçulmanos.
Resumindo ,frança está próxima do fim
A justiça divina sobrepõe a justiça dos homens na França!! Pense Nisso e Vida Que Segue!!