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Ditadura venezuelana diz que ação dos EUA deixou 40 mortos

Segundo o The New York Times, moradores relataram óbitos, feridos e destruição de prédios residenciais em Catia La Mar

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Trump declarou à Fox News que nenhum soldado norte-americano morreu na ação, mas reconheceu que houve feridos | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

Sob condição de anonimato, um funcionário de alta hierarquia do regime chavista afirmou ao jornal The New York Times (NYT) que pelo menos 40 pessoas morreram durante a ofensiva dos Estados Unidos na Venezuela, neste sábado, 3. Durante a operação, os norte-americanos capturaram o ditador Nicolás Maduro e sua mulher, Cilia Flores.

Ao NYT, uma família relatou que um bombardeio na região de Catia La Mar teria destruído parte de um prédio de três andares e resultado na morte de Rosa Gonzáles, de 80 anos, além de ter ferido gravemente uma segunda moradora.

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Wilman González, sobrinho de Rosa, contou que se jogou ao chão ao ouvir a explosão durante a madrugada. No entanto, informou que ainda assim se feriu no rosto e precisou levar três pontos.

Testemunhas afirmaram que quatro moradores tentaram socorrer Rosa. Eles a levaram de motocicleta até um hospital próximo, onde os médicos, segundo relatos, constataram sua morte logo na chegada.

Além disso, um vizinho de 70 anos, identificado apenas como Jorge, disse que perdeu tudo com os bombardeios. Entre os moradores, um homem chamado Javier acusou o governo norte-americano de agir por “ganância”, numa referência sobre os campos de petróleo venezuelanos.

Por outro lado, o presidente Donald Trump declarou à Fox News que nenhum soldado norte-americano morreu na ação, mas reconheceu que houve feridos. Horas depois, o general Dan Caine relatou que helicópteros dos EUA usados na operação foram alvejados por forças bolivarianas.

Pressionada por Caracas, ONU marca reunião de emergência

Diante da pressão de Caracas, o Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) marcou para esta segunda-feira, 5, uma reunião de emergência para discutir a crise na Venezuela.

António Guterres, secretário-geral da ONU, declarou estar “profundamente alarmado” com a escalada dos conflitos no Caribe. Em nota, defendeu o respeito à Carta da ONU e alertou para o “precedente perigoso” que os EUA teriam criado.

+ Leia também: “China pede libertação imediata de Maduro”

À ONU, o regime chavista exigiu quatro medidas imediatas: uma reunião urgente do Conselho; a condenação formal da operação; a suspensão dos ataques militares; e a responsabilização dos EUA por crime de agressão.

3 comentários
  1. WILLIAM S.
    WILLIAM S.

    Fontes ligadas a.
    Uma pessoa que se identificou como.
    NYT é a rede Globo dos caras. 😆😆😆

  2. anderson mantovan
    anderson mantovan

    E quantos a ditadura venezuelana matou até aqui ?

  3. David S
    David S

    As informações desses caras, são tão fidedignas quanto as dadas pelo grupo terrorista, Hamas, logo …..

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