O Ministério das Relações Exteriores da França confirmou, na noite deste sábado, 4, a excecução do francês Chan Thao Phoumy, em Guangzhou, no sul da China. Ele foi condenado, em 2010, por fabricação, transporte, contrabando e tráfico de metanfetamina.
Phoumy, de 62 anos, nasceu em Laos, na China e possuía cidadania francesa. Antes sentença de morte, o homem foi condenado à prisão perpétua em 2005. No entanto, passou por um segundo julgamento depois de “novas evidências” surgirem . Ele cumpriu mais de 20 anos de prisão até a aplicação da pena capital.
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O Ministério das Relações Exteriores da França expressou “consternação” com o ocorrido e criticou a condução do processo, afirmando que a defesa de Phoumy não teve acesso à audiência final no tribunal. O que, segundo Paris, representa uma violação dos direitos do réu.
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O governo francês chegou a intervir para evitar a execução, solicitando clemência por razões humanitárias, mas o pedido foi negado por Pequim.
Execução do francês
Phoumy foi morto em Cantão, Guangzhou, no sul da China. Depois do anúncio, a França reforçou a oposição contrária à pena de morte em qualquer circunstância e defendeu sua abolição universal.
“A França reitera sua oposição, em todos os lugares”, destaca o comunicado. “E sob todas as circunstâncias à pena de morte e defende sua abolição universal.”
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Como resposta, a diplomacia chinesa reforçou que o combate ao tráfico de drogas é uma “responsabilidade global”.
O governo da China disse que segue estritamente a lei e trata réus de todas as nacionalidades de forma igualitária, destacando que conduz todos casos com rigor e protege os direitos legais de todas as partes.









































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