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'Berlim não é segura para gays nem judeus', diz chefe da polícia da capital alemã

Barbara Slowik disse que não queria 'difamar ninguém', mas alertou sobre os riscos em bairros de maioria árabe

Segundo Slowik, ainda não existem as chamadas áreas proibidas | Foto: PolizeiBerlin/Wikimedia Commons
Segundo Slowik, ainda não existem as chamadas áreas proibidas | Foto: PolizeiBerlin/Wikimedia Commons

A chefe da polícia de Berlim, Barbara Slowik, aconselhou na última segunda-feira, 19, judeus e homossexuais a serem particularmente cuidadosos em certas áreas da capital da Alemanha.

A chefe da polícia de Berlim, Barbara Slowik
A chefe da polícia de Berlim, Barbara Slowik

Segundo Slowik, ainda não existem as chamadas áreas proibidas, ou seja, áreas que são excessivamente perigosas para entrar.

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Saiba mais: Antissemitismo ressurge com força na cidade do drama de Anne Frank

“No entanto, há áreas – e temos que ser honestos neste ponto – onde eu aconselharia as pessoas que usam quipá ou são claramente gays ou lésbicas a ficarem mais atentas”, disse Slowik ao jornal Berliner Zeitung.

Bairros árabes de Berlim mais perigosos para judeus e gays

Slowik disse que não queria “difamar” um determinado grupo de pessoas como perpetradores de crimes contra homossexuais ou judeus, mas “infelizmente, há certos bairros onde vive a maioria das pessoas de origem árabe que também têm simpatia por grupos terroristas. O antissemitismo declarado é expresso nesses locais contra pessoas de fé e origem judaica”.

Segundo a chefe da polícia alemã, “felizmente, os crimes violentos contra o povo judeu são baixos, embora cada crime seja, sem dúvida, um a mais. Ainda consigo compreender que o medo e a preocupação permanecem”.

Desde 7 de outubro de 2023, quando o grupo terrorista islâmico palestino Hamas atacou Israel, a polícia lançou mais de 6,2 mil investigações sobre antissemitismo.

Saiba mais: Ataques em Amsterdã foram antissemitas, não uma briga de torcedores, diz prefeita

Com isso, o medo dentro da comunidade judaica de Berlim está aumentando.

A Associação Federal de Centros de Pesquisa e Informação Antissemitismo (Rias) registrou 4.782 incidentes antissemitas em toda a Alemanha em 2023.

O número atingiu um novo recorde nacional. Em comparação com os dois anos anteriores, quase dobrou.

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3 comentários
  1. Indignado
    Indignado

    Assumindo a leniência do Estado com crimes de ódio e a própria incompetência.

  2. Gladner Cardeal Stasiuk Paes
    Gladner Cardeal Stasiuk Paes

    Cadê os LGBTs brasileiros defendendo o Hamas? Eles mesmo exterminarão com vcs. Experimentem fazer uma visita nos países muçulmanos.

  3. Reinaldo Terribelli
    Reinaldo Terribelli

    Isso aí é bem feito para os europeus , que com a retórica de serem civilizadinhos , moderninhos primeiro mundinho , etc , escancararam as portas de seus países para os islâmicos e agora não sabem o que fazer a respeito , e quando os receberam de braços abertos não levaram em consideração que os ocidentais são vistos como infiéis pelo islamismo e como infiéis devem ser eliminados e para os europeus que acharam o nazismo ruim esperem só para ver o islamismo.e pelo jeito das coisas não vão ter que esperar muito não.

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