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Economia

São Paulo tem a menor taxa de desemprego para 1º trimestre desde 2012

Estado também lidera número de trabalhadores com carteira assinada e apresenta rendimento médio superior à média nacional

Total de pessoas ocupadas com carteira assinada no setor privado em São Paulo foi o maior entre todas as unidades da Federação: 11,911 milhões de pessoas. Foto: Governo de SP
Total de pessoas ocupadas com carteira assinada no setor privado em São Paulo foi o maior entre todas as unidades da Federação: 11,911 milhões de pessoas. Foto: Governo de SP

O Estado de São Paulo alcançou, no primeiro trimestre de 2025, a menor taxa de desemprego da sua série histórica para o período: 6,2%. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, iniciada em 2012 para trimestres móveis. A taxa é inferior à média nacional, que foi de 7%, e à da região Sudeste, que ficou em 6,6%.

Os números, compilados pela Fundação Seade com base nos dados do IBGE, indicam principalmente um cenário mais favorável para o mercado de trabalho paulista em comparação com o restante do país. O desempenho do Estado reflete também na redução do número absoluto de desocupados, que, assim, caiu 13,8% em relação ao primeiro trimestre de 2024, somando agora 1,665 milhão de pessoas.

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São Paulo: recorde em trabalhadores formais

São Paulo também se destacou como o Estado com o maior número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado. No total, foram 11,911 milhões de pessoas empregadas formalmente. Esse é o maior volume desde o início da série histórica em 2012. O resultado representa dessa forma um crescimento de 2,1% em relação ao último trimestre de 2024 e de 4% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O Estado concentra 30,2% de todos os trabalhadores formais do país. Eles somaram 39,447 milhões no primeiro trimestre. Entre os empregados do setor privado em São Paulo, 83,4% têm carteira assinada – o segundo maior percentual entre as unidades da Federação. A média nacional é de 74,6%.

O total de pessoas ocupadas em São Paulo (inclui trabalhadores formais e informais, além de autônomos e servidores) chegou a 24,973 milhões no período analisado. O número representa sobretudo uma alta de 3,1% em relação ao primeiro trimestre de 2024. No Brasil, o total de ocupados chegou a 102,483 milhões.

Referente à informalidade, São Paulo apresentou desempenho positivo: a taxa foi de 29,3%, a terceira menor entre os estados brasileiros, contra 38% da média nacional. O índice considera trabalhadores sem carteira assinada, informais e autônomos sem CNPJ.

Rendimento médio é o maior desde 2020

O rendimento médio do trabalho em São Paulo ficou em R$ 4.063 no primeiro trimestre deste ano. Desse modo,o valor é maior do que a média registrada no Sudeste (R$ 3.814) e no país como um todo (R$ 3.410). Entre os estados da região, São Paulo só ficou atrás do Rio de Janeiro, com rendimento médio de R$ 4.066.

Esse é o maior rendimento médio já registrado em São Paulo para um primeiro trimestre desde 2020, segundo a Fundação Seade. O desempenho reflete, segundo especialistas, a combinação entre crescimento do emprego formal, aumento da renda e principalmente a melhora da produtividade em setores-chave da economia paulista.

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1 comentário
  1. Lauro Patzer
    Lauro Patzer

    Quando um órgão público é ocupado por um bom gestor — competente, proficiente, com objetivos bem definidos, verbas bem empregadas, sem corrupção — o resultado é exitoso. Tarcísio foi um dos melhores ministros de infraestrutura do Brasil. Mérito também a Bolsonaro por escolhas técnicas e não políticas. Ah! Se o Brasil tivesse continuado nas mãos dessas pessoas, teríamos mais estradas, mais ferrovias, mas empregos, mais segurança, estatais dando lucros, sem MST invadindo terras, com uma dúzia de ministérios a menos. .

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