A Nestlé demitiu o CEO Laurent Freixe após ter sido descoberto que ele estava tendo um “relacionamento sentimental não declarado com uma funcionária”.

A decisão foi noticiada pela multinacional suíça e teria sido tomada após uma investigação conduzida pelo presidente Paul Bulcke e pelo diretor independente Pablo Isla, com o apoio de consultores externos.
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A apuração encerra abruptamente a carreira de quase 40 anos do executivo francês no gigante alimentício suíço.
CEO da Nestlé era parte histórica do grupo
Parisiense, de 63 anos, Freixe trabalhava na Nestlé desde 1986. Em setembro de 2024, assumiu o comando do grupo, sucedendo o alemão Mark Schneider.
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Sua ascensão começou no departamento de marketing, que o levou a se tornar CEO da Nestlé Hungria (2003) e chefe da divisão ibérica (Espanha e Portugal) em 2007, até o salto para o topo da multinacional, em 2008, com a nomeação como vice-presidente e CEO da área da Europa.
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A saída foi repentina. Uma investigação interna revelou um “relacionamento romântico não declarado” de Freixe com uma funcionária que respondia diretamente para ele.
Dura política corporativa
A política corporativa do grupo, que detém marcas como as cápsulas de café Nespresso e o café instantâneo Nescafé, o achocolatado Nesquik e o sorvete Häagen-Dazs, não deixa margem para interpretações.
Um código de conduta incentiva os funcionários a evitarem potenciais conflitos de interesse e exige que divulguem prontamente qualquer relacionamento com colegas.
“Os valores e a governança da Nestlé são a base sólida do nosso grupo”, observou o presidente, na nota com a qual encerrava a colaboração de Freixe.
Para substituir o executivo, a multinacional nomeou Philipp Navratil, até recentemente CEO da Nespresso.
Austríaco, de 49 anos, ele ingressou na Nestlé em 2001 como auditor interno. Em 2009, tornou-se gerente-geral da Nestlé Honduras, em 2013 assumiu a liderança da unidade de café e bebidas no México e, em 2020, tornou-se vice-presidente da Unidade de Negócios Estratégicos de Café da Nestlé.
Ele é reconhecido por sua “sólida experiência em alcançar resultados em ambientes complexos”.
O novo CEO da Nestlé não mudará de rumo. “Apoio a direção estratégica da empresa e o plano de ação para melhorar o desempenho da Nestlé”, disse Navratil.





































A Nestlé deveria realmente é o retrato da hipocrisia. Ao invés de se preocupar com essas balelas, deveriam sim se preocupar com as crianças envenenadas com doses gigantes de açúcar e gordura trans em seus produtos. Haja vergonha na cara, em casa o que eu puder, não compro nada dessa famigerada cia. Nas fábricas e escritórios dessa empresa acredito que a placa de número de dias sem acidentes, deve conter uma placa com a frase: ” O que você pode reduzir de tamanho hoje e ou substituir por açucar ?” (comtém ironia).
Essa Nestlé é o próprio retrato da hipocrisia .
Preocupada com a vida pessoal de dois funcionários .
Mas preocupação com a filial Brasil isso não importa :
Redução dos tamanhos dos chocolates de uma maneira descarada .
Usando gordura hidrogenada e reduzindo as porções de cacau nós chocolates .
Com certeza absoluta os chocolates fabricados para os suíços são muito superiores que os
nossos .
Pois os nossos são de baixa qualidade !
Não ralidade aqui no Brasil a única coisa que importa à eles são os balanços contábeis enviados a matriz .
E nem vou falar sobre os escândalos com a água mineral na França a qual não era natural .
Meus sentimentos Nestlé !
O filme está punk, é ministro assediando ministra, artista pedófilo, CEO de multinacional assediando funcionária, ex jogador cometendo estupro coletivo. O termo pedofilia se torna adultização, só falta um ex presidente ser condenado pelo STF, julgado apenas por uma das turmas. Caos.