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Economia

iFood vende 3,8 milhões de álbuns e figurinhas da Copa e supera marca de 2022

Volume de vendas cresceu mais de 1.500% em relação ao último Mundial; São Paulo concentrou mais da metade dos pedidos feitos pela plataforma

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São Paulo lidera com folga o volume de compras neste ano | Foto: Reprodução

O iFood já vendeu 3,85 milhões de álbuns e pacotes de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 produzidos pela Panini desde o lançamento dos produtos na plataforma, em 30 de abril.

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O número representa um crescimento superior a 1.500% em comparação com a campanha da Copa de 2022, quando o aplicativo registrou 252 mil pedidos durante todo o período de vendas antes do Mundial do Catar.

São Paulo lidera com folga o volume de compras neste ano e concentra mais da metade dos pedidos realizados no país. A capital paulista, sozinha, respondeu por quase 25% de todos os itens vendidos. Na sequência aparecem Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul.

Segundo os dados divulgados pela empresa, cada pedido teve média de 12 pacotes de figurinhas. Além disso, 13,1% das compras incluíram outros produtos no carrinho além dos itens oficiais da Copa, movimento que o iFood atribui ao potencial de vendas cruzadas dentro da estratégia comercial ligada ao Mundial.

O aplicativo se tornou um dos canais oficiais de venda da coleção nesta edição da Copa e passou a disputar espaço com bancas de jornal, supermercados e lojas especializadas. A parceria integra o plano de marketing do iFood como patrocinador oficial da seleção brasileira.

Página da Seleção Brasileira sem espaço para a figurinha de Neymar | Foto: Reprodução/X
Página da Seleção Brasileira sem espaço para a figurinha de Neymar | Foto: Reprodução/X

Álbum da Copa terá quase mil figurinhas e 48 seleções

A edição de 2026 será o maior álbum da história das Copas produzido pela Panini. A coleção contará com 980 figurinhas das 48 seleções classificadas para o torneio, número quase 50% maior do que o da Copa do Catar, que teve 670 cromos.

A ampliação ocorre porque o Mundial de 2026 será o primeiro com 48 seleções e terá jogos disputados nos Estados Unidos, Canadá e México.

Para atender à demanda, a fábrica da Panini em Barueri, na Grande São Paulo, imprime ao menos 11 milhões de figurinhas por dia. A expectativa do mercado é repetir o fenômeno de consumo registrado nas últimas edições, quando os álbuns esgotaram em diversos pontos de venda nas semanas iniciais.

Segundo levantamento da empresa de inteligência de mídia Tunad, o lançamento da coleção também impulsionou as buscas online relacionadas a conveniência, delivery e produtos ligados à Copa do Mundo, ampliando o tráfego digital de aplicativos e marketplaces envolvidos na distribuição das figurinhas.

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