O Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil para 2026. A nova estimativa é de 1,6%, uma queda de 0,3 ponto porcentual em relação ao relatório anterior, divulgado em outubro.
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Apresentado nesta segunda-feira, 19, o documento atribuiu a desaceleração brasileira ao nível elevado da taxa básica de juros do país, a Selic, mantida em 15% ao ano desde agosto de 2025. Esse patamar, o mais alto em duas décadas, reflete a política monetária adotada para conter a inflação acumulada ao longo do governo Lula, que aumentou sobremaneira o gasto público, impactando preços de produtos e serviços.
Mesmo com o recuo previsto para este ano, o FMI ajustou para cima as projeções do Brasil nos anos vizinhos. Em 2025, o PIB teria crescido 2,5%, e em 2027, deve avançar 2,3%.
FMI projeta crescimento global
O FMI projeta avanços moderados para a economia global. Nesse sentido, destacam-se os efeitos da inteligência artificial (IA) e a retomada de conflitos comerciais em um cenário de incerteza.
Os dados foram acompanhados de uma avaliação mais ampla sobre o cenário global, com revisões positivas para países como os Estados Unidos e a China, e estabilidade nas previsões para a zona do euro e o Japão.
Nesse cenário, o crescimento estimado para 2026 é de 3,3%. O número representa um aumento de 0,2 ponto percentual em relação à projeção anterior, mas se mantém no mesmo patamar calculado para 2025.
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A estabilidade, segundo o FMI, reflete o impulso gerado por investimentos em tecnologia e pela adaptação dos mercados às tensões comerciais.
Desde janeiro de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, implantou tarifas amplas que afetaram aliados e adversários, elevando os custos logísticos e pressionando cadeias de abastecimento.
Posteriormente, o governo norte-americano firmou acordos com parceiros estratégicos e estabeleceu uma trégua temporária com a China. As medidas ajudaram a conter os impactos mais severos das restrições comerciais.
O FMI avaliou que, mesmo diante desses choques, o setor privado demonstrou capacidade de adaptação, impulsionado por estímulos fiscais e monetários. Além disso, o aumento dos investimentos em IA reforçou o crescimento nos EUA, pois compensou os efeitos de paralisação do governo federal.
Para 2026, o FMI projeta crescimento de 2,4% para os norte-americanos, uma elevação de 0,3 ponto em relação ao último relatório. Já a zona do euro aparece com avanço estimado de 1,3%, enquanto o Japão deve crescer em ritmo mais lento. A China e a Índia mantêm desempenho considerado sólido para os padrões dos mercados emergentes.
Leia também: “O otimismo de analistas com o Brasil”, coluna de Carlo Cauti publicada na Edição 305 da Revista Oeste




































QUASE ACERTARAM FALTOU BOTAR O MENOS NA FRENTE….
Enquanto tivermos essa taxa de juros escorchante e completamente desnecessária, ficaremos com o crescimento abaixo do que podemos.
Faz o L, ué! Não é você wue defende com unhas e dentes esse desgoverno federal do PT? Ou você SÓ pensa no Presidente Bolsonaro?
ESSE CARA É UMA IA…. PAGA PELO GOVERNO !
ANalistas sempre erraram em suas “previsões” sobre o governo lula. E a taxa de juros é culpa do banco central, não do lula. Maior taxa de juros real do mundo. Mas esse ano começa a cair. E em outubro, é Lula TETRA!!!
Não é do BC, mas sim dos gastos exorbitantes do desgoverno federal do PT – quase 40 ministérios, inúmeros programas assistenciais. E não: este sno não será tetra – felizmente.
* este ano.
Faz o L, poha!…
Em 2026, lula é tetra. E o país está indo maravilhosamente bem. Imagine quando essa taxa de juros escorchante começar a cair esse ano. Vai ser “faz o L.” no primeiro turno.
PINTUS MINIMUS FAZENDO COMENTÁRIO…
Antônio da Silva “pintus minimus”? Boa!