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Governo vai alinhar conexão com o Ministério da Saúde em ações nas fronteiras

Ministério da Justiça avalia medidas conjuntas com a Saúde em barreiras sanitárias para formulação de estratégias voltadas para o enfrentamento ao coronavírus

Fiscalização na Barragem de Itaipu | Foto: Divulgação/PF
Fiscalização na Barragem de Itaipu | Foto: Divulgação/PF

A ampliação do Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas (VIGIA), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, não é o único planejamento em estudo. O governo também avalia anunciar medidas de trabalho conjunto com o Ministério da Saúde em barreiras sanitárias com estratégias já voltadas para o enfrentamento ao coronavírus.

O coordenador-geral de fronteiras da Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça, Eduardo Bettini, confirma a Oeste a ideia em ampliar a coordenação entre ministérios nas áreas fronteiriças e em divisas. Há uma atuação conjunta com o Ministério da Agricultura e a ideia é usar isso como exemplo.

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Por conta do interesse de controle de alguns crimes relacionados com a febre aftosa, o governo aumentou o rigor com o controle sanitário nas fronteiras. “Então, o programa, neste sentido de questão de certificação e exportação de carnes, estamos trabalhando juntos, por exemplo, com o Ministério da Agricultura em lugares onde é interessante termos uma operação focada nessa questão do controle sanitário e agropecuário e em alguns locais”, destaca.

Conexões

Em decorrência do enfrentamento ao coronavírus, a coordenação será reforçada e ampliada. “Agora, estamos trabalhando e buscando conexão com o Ministério da Saúde, por causa das barreiras sanitárias já voltadas para o coronavírus. A questão da fronteira é muito ampla e multifacetada. Então, vamos buscando conexões conforme o cenário vai evoluindo”, explica.

A propagação do coronavírus não trouxe reflexos em contrabandos de insumos relacionados ao coronavírus, como álcool em gel e máscaras. “De modo geral, não temos apreendido esses insumos. O que a gente tem mais pego continua sendo cigarro, smartphones e drogas. Esse tipo de produto (insumos) não tem tido demanda”, explica.

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