Registros de pontos ligados ao tráfico de drogas passaram a aparecer no Google Maps como se fossem estabelecimentos comerciais no Rio de Janeiro. As marcações incluíam nomes como “Boca do mato”, “Boca da Praça” e “Boca da Lapa”, com endereço, categoria e até avaliações de usuários.
Em alguns casos, os locais foram cadastrados como “farmácia” ou “complexo habitacional”. As listagens seguiam o padrão de empresas oficiais dentro da plataforma, o que chamou a atenção de usuários.
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No Google Maps, qualquer usuário pode sugerir a inclusão de estabelecimentos por meio da ferramenta de contribuição da própria plataforma. Basta indicar o nome do local, categoria, endereço e, opcionalmente, informações como fotos, horário de funcionamento e telefone.
As sugestões passam por um sistema de verificação que combina análise automatizada e validação baseada no histórico de confiabilidade do usuário e na confirmação por outros perfis. Ainda assim, o modelo não impede totalmente a inserção de dados imprecisos ou indevidos, o que pode levar à publicação temporária de registros que não correspondem a estabelecimentos reais.
Marcações do Google Maps viralizaram nas redes sociais

As marcações começaram a circular nas redes sociais, com usuários compartilhando prints das localizações. Depois da repercussão, o Google Maps iniciou a remoção dos registros.
Procurado pelo portal Poder360, o Google afirmou que as listagens violam as políticas da plataforma. A empresa informou que está removendo os conteúdos e incentivou usuários a denunciarem publicações impróprias para manter a precisão do serviço.
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À emissora Band, a Polícia Civil do Estado afirmou que trabalha de forma firme e contínua no combate ao narcotráfico e às facções criminosas, com um trabalho de inteligência e investigação para identificar lideranças, desarticular estruturas criminosas e responsabilizar os integrantes.






































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