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Covid-19: veja o resultado de 4 diferentes estratégias aplicadas em cidades paulistas

Números resultam de levantamento feito por Oeste com dados fornecidos pelo Ministério da Saúde

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Movimentação na rua Santa Ifigênia, na região central da cidade de São Paulo (02/07/20) | Foto: Mister Shadow/ASI/Estadão Conteúdo

Quatro cidades paulistas ganharam destaque no noticiário nacional em razão da pandemia por covid-19. São Paulo, capital do Estado, concentra o maior número de vítimas e casos. Na maior cidade do país, foram implementadas políticas para restringir a circulação de pessoas e determinar o fechamento de estabelecimentos. Medidas como a redução da frota de ônibus e o chamado “rodízio ampliado” se mostraram ineficazes e desastrosas para conter o avanço do coronavírus. Araraquara, governada pelo petista Edinho Silva, optou por fazer um lockdown. Nesta semana, o prefeito ameaçou implementar um novo isolamento social radical caso o número de contaminados aumente acima do estabelecido em decreto municipal.

Porto Feliz, administrada por um médico, aderiu a protocolos de tratamento precoce desde o primeiro dia de pandemia. A gestão municipal optou por tratar, além dos contaminados, também os contactantes, ou seja, pessoas que tiveram contato com pacientes contaminados pela covid-19, e tendas ao ar livre foram montadas para que a população pudesse aguardar atendimento médico em ambiente arejado e sem aglomeração.  Finalmente, Serrana foi o primeiro município do Brasil a promover a vacinação em massa de sua população com a CoronaVac, o imunizante do laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. A cidade de 45 mil habitantes apresenta a menor letalidade da doença, quando são comparados casos e mortes registrados em 2021. Entretanto, os dados com a conclusão do estudo realizado em Serrana ainda não foram divulgados pelo Butantan.

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Os resultados

Araraquara e São Paulo aparecem com as maiores taxas de letalidade, acima de 3%. Porto Feliz e Serrana, aparecem em melhor situação, com índices de letalidade inferiores a 2% das contaminações. Os números resultam de um levantamento feito por Oeste com dados fornecidos pelo Ministério da Saúde.

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