O uso de tecnologia avançada auxiliou a Polícia Civil de São Paulo na busca por foragidos ligados ao assassinato do empresário Antonio Vinicius Gritzbach. Imagens captadas por drones flagraram Kauê Amaral, suspeito de atuar como olheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC), em uma casa no Complexo da Penha, área sob controle do Comando Vermelho (CV), na zona norte do Rio de Janeiro.
A morte do delator do PCC, assassinado no Aeroporto Internacional de Guarulhos, completa um ano neste sábado, 8. As investigações revelam que, além de Amaral, Emílio Carlos Gongorra, conhecido como “Cigarreira”, e Diego Amaral, chamado de “Didi”, também são considerados foragidos e tiveram prisão preventiva solicitada. Todos são suspeitos de envolvimento direto na execução.
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Durante o monitoramento recente, policiais identificaram a presença de homens armados em escadas próximas ao imóvel, pontos de venda de drogas e diversas barricadas, reforçando as dificuldades enfrentadas pelas equipes para capturar os envolvidos, que contam com o respaldo de uma das maiores facções criminosas do país.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa encerrou o inquérito sobre a morte em março deste ano. As apurações identificaram os mandantes, os executores e os articuladores do crime, revelando uma extensa rede criminosa ligada à lavagem de ativos e criptomoedas.
Três policiais militares foram denunciados como executores e vão a júri popular. Ao todo, 18 PMs são acusados, dos quais 14 seguem detidos no Presídio Militar Romão Gomes. O inquérito foi remetido ao Tribunal de Justiça Militar, e os processos disciplinares ainda estão em andamento.

Polícia continua a investigar assassinato de delator do PCC
Segundo o DHPP, Cigarreira, de 44 anos, mantinha ligação com o CV e teria contratado os policiais militares por meio do olheiro. Dois atuaram como atiradores e um foi responsável pela condução do veículo usado na fuga. A Polícia Civil confirmou a presença dos executores na cena do crime por meio do cruzamento de dados e imagens.
O núcleo responsável pelo homicídio foi identificado, mas as investigações prosseguem em sigilo, com foco na detenção dos foragidos e no completo desmantelamento da organização criminosa. As informações são da emissora CNN.






































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